O paraibano Matheus Cunha tem conquistado bastante espaço na seleção brasileira e tem sido um dos homens de confiança do técnico Carlo Ancelotti neste período de testes antes da Copa do Mundo 2026. O jogador tem se destacado pela versatilidade em campo e, durante a coletiva de imprensa antes dos amistosos contra Senegal e Tunísia, ele destacou, quanto às expectativas para uma possível convocação para o Mundial, que tenta sempre dar o seu melhor.
Aos 26 anos, o atacante tem mostrado eficiência quando entra em campo. Desde a chegada do italiano no comando da Amarelinha, Cunha está presente em todas as listas para amistosos, e estas oportunidades não se limitam ao caráter ofensivo do jogador. Quando assumiu a seleção, o Mister, como é chamado o treinador, tem adaptado as funções e testado diferentes táticas de jogos. Essas mudanças também envolvem o paraibano, que tem sido utilizado pelo comandante em diferentes posições de campo. Seja no meio, voltando para buscar a bola ou dando velocidade na linha de frente, esta versatilidade pode ser um ponto positivo para fixar o jogador no grupo para a Copa. E, para além disso, o paraibano falou sobre a importância desta característica entre os jogadores.
Eu acho que estar na seleção brasileira é o momento onde você tem que demonstrar o seu máximo e estar sempre aberto. E, sem dúvida nenhuma, sabendo que o Mister (Ancelotti) pode me usar em muitas posições, eu vou fazer o possível para que todas elas sejam bem trabalhadas e demonstradas de uma forma que faça valer a pena estar aqui. Mas, sem dúvida nenhuma, ainda mais pela seleção brasileira ser esse momento de campeonato de tiro curto, momentos muito rápidos, pode acontecer milhões de aspectos dentro de um campeonato, como lesões. Eu acho que isso ajuda muito para você estar aqui e, mostrar para ele que, independente da forma que ele quer jogar, valerá a pena ele poder me usar em diferentes posições, comentou.
O sonho de representar o Brasil em uma Copa do Mundo acompanha muitos jogadores quando escolhem seguir nesta carreira, e com o camisa 10 do Manchester United não é diferente. Mostrar determinação, compromisso e qualidade ajudam a colocar um pé na maior competição do futebol. E o bom desempenho de Cunha vem contribuindo na construção deste caminho até lá.

Perguntado se já se vê com o passaporte carimbado para o Mundial, o paraibano respondeu que não pensa muito nesta possibilidade e reconhece a qualidade de muitos jogadores brasileiros com chances de convocação. Mirando uma vaga na competição, o jogador afirmou estar focado em dar o seu melhor e espera corresponder positivamente ao esperado por Ancelotti.
Eu tento não pensar nisso, sendo muito sincero. Eu tento não pensar onde eu estou, eu tento pensar no próximo passo. Sempre muito feliz e honrado de poder ser convocado e estar na seleção. Então, eu penso no agora. Tento fazer o meu melhor possível agora, para ter um pouco mais de tranquilidade na próxima (convocação) e de confiança. Mas, sem dúvida nenhuma, com um certo passo, um certo período dentro das últimas convocações do Mister (Ancelotti), eu sinto que eu faço mais parte dos últimos entendedores da ideia dele, dos que já fazem um pouco mais de tempo, dos que ele já está sentido que tem uma certa firmeza dentro daqueles que ele já convoca há um certo tempo. Eu tento não pensar, mas fazer o possível para que, independente disso não ser o meu pensamento, mas seja algo que marque bastante ele, e que as próximas a gente possa estar sempre por aqui, concluiu.
Matheus Cunha pode entrar em campo com a camisa da seleção brasileira, mais uma vez, neste sábado (15). No penúltimo jogo do Brasil nas datas FIFA de 2025, o grupo da Amarelinha enfrentará o Senegal, no Emirates Stadium, em Londres, às 13h. Em seguida, para fechar a agenda, o time disputará o último duelo contra a Tunísia, no dia 18, em Lille, na França, às 16h30.
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Foto: Rafael Ribeiro / CBF
