O elenco do Treze encerra a preparação para o duelo decisivo contra o Crac-GO apenas nesta sexta-feira (10), mas uma certeza já foi antecipada pelo técnico Adriano Souza: a equipe terá mudanças para o confronto de volta da terceira fase do Campeonato Brasileiro da Série D. A partida será disputada no domingo (12), às 17h, no estádio Amigão, em Campina Grande.
Sem revelar a escalação, o treinador confirmou que fará alterações motivadas tanto por questões táticas quanto por problemas físicos.
“Não devemos mudar muito. Mas a gente precisa jogar ofensivo. Para isso, vamos fazer um ajuste. São mudanças por opções e também por lesões”, afirmou Adriano Souza. “O Treze, jogando em casa e com o apoio da torcida, se sente mais forte.”
Questionado sobre quais serão as mudanças, o comandante alvinegro preferiu manter o mistério. Segundo ele, a formação titular só será divulgada momentos antes da partida.
“Este é um momento em que as informações não podem ser reveladas. Vamos segurar a escalação até 10 minutos antes do jogo”, destacou.
A confiança do treinador em uma reação diante do torcedor está baseada no desempenho ofensivo da equipe no Amigão. Durante a Série D, o Treze passou em branco apenas uma vez como mandante: no empate sem gols com a Jacuipense-BA, resultado que garantiu a classificação à fase seguinte após a vitória por 3 a 1 no jogo de ida, disputado na Bahia.
Agora, porém, o cenário é diferente. Depois da derrota para o Crac-GO no primeiro confronto, o Galo da Borborema precisa vencer por dois gols de diferença para avançar no tempo normal.
“Precisamos ser criativos para superar este grande desafio. Certamente teremos um time mais ofensivo do que nos últimos jogos. Vamos buscar a vitória no tempo normal, mas também estamos treinando cobranças de pênaltis, porque essa possibilidade existe”, explicou.
Ao fazer um balanço da campanha na competição, Adriano Souza lamentou os números defensivos da equipe. O Treze marcou 22 gols e sofreu 17, encerrando a campanha até aqui com saldo positivo de apenas cinco gols.
“Cometemos erros graves que poderiam ter sido evitados. Agora precisamos ter uma defesa mais sólida, sem abrir mão da nossa principal arma, que é atacar o adversário”, concluiu.
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Foto: Daniel Vieira / Treze
